Navegue uma listagem alfabética dos artefatos relacionados ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial. Cada objeto conta uma estória sobre a história e demonstra as experiências humanas de antes, durante, e após o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial.
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O general de divisão das SS, Juergen Stroop, comandante das forças alemãs que reprimiram a revolta do gueto de Varsóvia, compilou um álbum de fotografias e vários outros materiais gráficos. Este álbum, posteriormente conhecido como "O Relatório Stroop," foi apresentado como prova contra os nazistas no Tribunal Militar Internacional de Nuremberg. Na foto vê-se que a capa tem afixado a ela um selo de prova do Tribunal Militar Internacional.
Cartaz, utilizado nos campos de concentração alemães, com Ilustrações Indicando os diferentes tipos de prisioneiros. Dachau, Alemanha, entre 1938 e 1942.Entre 1937 e 1938, as SS criaram um sistema de identificação dos diferentes tipos de prisioneiros em campos de concentração. Costurados nos uniformes prisionais, os crachás codificados por cores identificavam o motivo do encarceramento de cada um, com alguma variação entre os campos. Os nazistas usaram esse cartaz que ilustrava as…
Este cartaz eleitoral convoca os alemães a votarem nos candidatos escolhidos a dedo por Hitler ao Reichstag, o parlamento alemão. Ele descreve os feitos de Hitler, e pode-se ler em um se seus trechos: “Em [apenas] oito meses, dois milhões e duzentos e cinquenta mil alemães voltaram a ter comida e trabalho! A luta de classes e seus partidos foram eliminados! Os Bolcheviques foram esmagados. O particularismo foi superado! Um Reich de ordem e limpeza foi estabelecido. Um Povo. Um Reich. Um Líder. …
Um casaco listrado em azul e cinza do campo de concentração de Flossenbürg. A letra "P" à esquerda da camisa indica que ela foi usada por um prisioneiro polonês não-judeu. "P" era o símbolo para Polonês. A camisa foi doada para o Museu Estadunidense Memorial do Holocausto pelo prisioneiro que a usou, Julian Noga.
Par de castiçais comprado na Polônia e usado nass noites de sexta-feira durante o ritual do Shabat [início do dia do descanso semanal]. Seus donos foram refugiados judeus poloneses que fugiram quando da invasão da Polônia pelos alemães em 1939, levando-os consigo para a cidade de Vilna.
Depois de ser deportada de Theresienstadt para o campo de concentração de Auschwitz em 1942, Karel Bruml usava este chapéu de trabalhadora forçada na fábrica de borracha sintética Buna, que se localizava na seção do campo conhecida como Buna-Monowitz.
Depoimento assinado por Rudolf Hoess declarando que havia ocorrido o assassinato de judeus através de sufocamento por emissão de gás enquanto ele era o comandante do campo de extermínio de Auschwitz. O texto em alemão diz: "Eu declaro pelo presente e sob juramento que de 1941 a 1943, durante o período em que eu comandava o Campo de Concentração de Auschwitz, 2 milhões de judeus foram enviados para as câmaras de gás onde morreram envenenados e que 500.000 judeus foram mortos por outros métodos.…
Neste artigo, no jornal londrino "The Times", o repórter Philip Graves comparou passagens do livro "Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu", escrito por Maurice Joly em 1864, com os "Protocolos dos Sábios de Sião", provando que este último era um plágio do primeiro. Outras investigações revelaram que um capítulo do romance "Biarritz", do escritor prussiano Hermann Goedsche(1868), também "inspirou" os Protocolos. The Times (Londres), 17 de agosto de 1921
Neste artigo, no jornal londrino "The Times", o repórter Philip Graves comparou passagens do livro "Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu", escrito por Maurice Joly em 1864, com os "Protocolos dos Sábios de Sião", provando que este último era um plágio do primeiro. Outras investigações revelaram que um capítulo do romance "Biarritz", do escritor prussiano Hermann Goedsche(1868), também "inspirou" os Protocolos. The Times (Londres), 17 de agosto de 1921
Neste artigo, no jornal londrino "The Times", o repórter Philip Graves comparou passagens do livro "Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu", escrito por Maurice Joly em 1864, com os "Protocolos dos Sábios de Sião", provando que este último era um plágio do primeiro. Outras investigações revelaram que um capítulo do romance "Biarritz", do escritor prussiano Hermann Goedsche(1868), também "inspirou" os Protocolos. The Times (Londres), 17 de agosto de 1921
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