
Centros Nazistas de Extermínio: Uma Visão Geral
Durante o Holocausto, os nazistas assassinaram milhões de judeus em câmaras de gás nos centros de extermínio. Estes campos de morticínio nazistas às vezes são chamados de "campos de execução" ou "campos de morticínio".
Fatos-Chave
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Os nazistas criaram cinco centros de extermínio especificamente para assassinar os judeus da Europa através da utilização de gás venenoso: Chełmno (Kulmhof), Belzec, Sobibor, Treblinka e Auschwitz-Birkenau.
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Dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e seus comparsas durante o período do Holocausto, aproximadamente 2,7 milhões de israelitas – homens, mulheres e crianças – foram assassinados nos centros de morticínio. Este último número representa quase metade de todas as vítimas do Holocausto.
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As autoridades nazistas também assassinaram cerca de 70.000 pessoas com deficiências diversas nas câmaras de gás dos campos de morticínio T4.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha nazista criou cinco centros de extermínio com o único propósito de assassinar judeus em grande escala através da utilização de gáses venenosos. Estes campos de morticínio tiveram os nomes de Chełmno (Kulmhof), Belzec, Sobibor, Treblinka e Auschwitz-Birkenau. Em português, os campos de morticínio são muitas vezes chamados de “campos de extermínio” ou “campos da morte”.
Os nazistas assassinaram judeus nestes cinco campos de morticínio como parte de seu projeto de “Solução Final”, que era o plano nazista para eliminar os israelitas da Europa. No final de 1941 e início de 1942, as autoridades alemãs nazistas começaram a assassinar judeus em câmaras de gás nos campos de morticínio. Anteriormente, os nazistas já haviam utilizado câmaras de gás para matar pessoas com deficiências diversas nos centros de extermínio T4.
Dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e seus asseclas durante o período do Holocausto, aproximadamente 2,7 milhões deles foram mortos nos cinco centros de extermínio já mencionados. A maioria das vítimas foi eliminada através do uso de gás venenoso, e um número menor de israelitas também foi massacrado nos centros de extermínio através de privações, doenças, torturas e fuzilamentos. Embora os detalhes do processo de extermínio diferissem em cada centro de extermínio, em todos os casos os nazistas enganaram, aterrorizaram e desumanizaram suas vítimas antes de assassiná-las.
Anteriormente ao Assassinato em Massa dos Judeus: Os Centros de Assassinato T4 para o Assassinato de Pessoas com Deficiências
Nos primeiros meses da Segunda Guerra Mundial, as autoridades nazistas criaram instalações de extermínio como parte do assassinato em massa de pessoas com deficiências físicas e mentais variadas. Estas instalações de extermínio faziam parte do Programa de Eutanásia, também chamado de "Operação T4" (Aktion T4). Estas instalações de extermínio são também denominadas como "campos de morticínio". As autoridades nazistas alemãs criaram seis campos de morticínio T4: Grafeneck, Brandenburg, Hartheim, Sonnenstein, Bernburg e Hadamar. Os administradores dos T4 utilizavam o gás monóxido de carbono puro, criado quimicamente para asfixiar os pacientes destinados à morte.
As autoridades alemãs nazistas começaram a assassinar pessoas com deficiências diversas nos centros de extermínio T4 em janeiro de 1940. O programa de eutanásia foi oficialmente interrompido em agosto de 1941 mas, naquela altura, as autoridades nazistas já haviam assassinado cerca de 70.000 deficientes nas câmaras de gás dos campos de morticínio T4. Ainda assim, em seguida eles continuaram a assassinar pessoas com deficiências através de outros meios, incluindo overdose de drogas, injeções letais e também por inanição. No total, os nazistas assassinaram cerca de 250.000 a 300.000 pessoas com deficiências através do Programa de Eutanásia e de outras ações de extermínio.
Em 1941, os nazistas começaram a utilizar três dos centros de extermínio T4 para assassinar determinados prisioneiros de campos de concentração como parte de um programa secreto de extermínio conhecido como Aktion 14f13. Eventualmente, as autoridades nazistas desmantelaram as câmaras de gás nos campos de morticínio T4; mas, posteriormente, numerosos membros das equipes dos T4 serviram como trabalhadores nos centros de extermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka.
A Criação de Campos de Morticínio para o Assassinato em Massa de Judeus
Os campos nazistas de morticínio assumiram sua forma mais extrema e cruel no processo de genocídio dos judeus da Europa.
Em 1941 e 1942, os nazistas estabeleceram cinco centros de extermínio, concebidos exclusivamente para assassinar judeus em massa por meio de asfixia por gases tóxicos. No outono de 1941, foi iniciada a construção dos centros de extermínio de Chełmno (Kulmhof) e Belzec; em seguida, na primavera-verão de 1942, os nazistas construíram mais três campos de morticínio: Sobibor, Treblinka e Auschwitz-Birkenau. Todos os cinco campos de morte foram construídos na Polônia, então ocupada pelos alemães, onde viviam milhões de judeus. Até o final de 1942, os nazistas já haviam assassinado mais de 1,5 milhão de israelitas nestes mesmos centros.
As SS e a polícia, sob a direção do líder das SS, Heinrich Himmler, criaram e administraram os cinco centros de extermínio. No entanto, os centros de morticínio estavam sob várias estruturas administrativas das SS e da polícia, pois estavam localizados em jurisdições diferentes na Polônia então ocupada pelos alemães. Em todos os casos, os oficiais das SS e da polícia serviam como comandantes e funcionários superiores dos centros de extermínio. As forças de guarda variavam de acordo com cada campo.
Deportações dos Judeus para os Campos de Morticínio
Os alemães e seus asseclas transportaram os judeus para os centros de extermínio dentro da Polônia e em toda a Europa. Os transportes de deportação para os centros de extermínio geralmente ocorriam por trem, mas em alguns casos por caminhão ou navio. Eles geralmente incluíam famílias inteiras e, às vezes, comunidades inteiras. Mesmo antes de chegarem aos centros de extermínio, as vítimas eram submetidas a condições superlotadas e desumanas. Os perpetradores frequentemente negavam-lhes comida, água, cuidados médicos e instalações sanitárias. Idosos, doentes e bebês às vezes morriam durante sua locomoção para os campos. Quando os israelitas chegavam aos centros de extermínio, muitas vezes já estavam muito enfraquecidos pelas condições da jornada e aterrorizados com o que estava por vir.
O Destino dos Judeus nos Campos de Morticínio
Quase todos os judeus deportados para os centros de extermínio foram assassinados imediatamente após sua chegada. A maioria foi assassinada nas câmaras de gás; outros foram fuzilados; e alguns israelitass foram levados para executarem trabalho escravo antes de serem mortos.
Câmaras de Gás nos Campos de Morticínio
De dezembro de 1941 até o final de 1944, em um ritmo e escala chocantes, os nazistas realizaram execuções em massa de judeus através do uso de gás em campos de morticínio. O primeiro assassinato em massa de israelitas através do uso do gás em um campo de morticínio nazista ocorreu em Chełmno (Kulmhof), em 8 de dezembro de 1941.
O tipo de gás usado para assassinatos em massa nos campos de morticínio variava. Em Chełmno, os nazistas usaram monóxido de carbono produzido pelos motores das vans a gás. Em Belzec, Sobibor e Treblinka, os nazistas assassinaram suas vítimas com monóxido de carbono produzido por motores a diesel estacionários. E, em Auschwitz-Birkenau, os nazistas usaram gás letal produzido pela exposição ao ar de pelotas de Zyklon B (um pesticida). As vítimas sofreram mortes desumanas, aterrorizantes e dolorosas nas câmaras de gás.
O Trabalho Escravo dos Judeus nos Campos de Morticínio
Os perpetradores forçaram um pequeno número de prisioneiros judeus a ajudarem a realizar o processo de assassinato de seus irmãos. Aqueles trabalhadores escravizados tinham que classificar os pertences das vítimas, procurar cadáveres em busca de objetos de valor e descartar cadáveres em valas comuns ou crematórios, entre outras tarefas. Em todos os centros de extermínio, exceto em Chełmno, os escravos tiveram que raspar a cabeça das vítimas. Os membros das SS tratavam os prisioneiros judeus nos campos de morticínio com extrema crueldade e violência. A maioria não sobreviveu por muito tempo. Um pequeno número desses prisioneiros israelitas escapou e suas descrições dos centros de extermínio foram e continuam a ser fontes inestimáveis de informações sobre os crimes nazistas.
Chełmno (Kulmhof): O Primeiro Campo de Morticínio para o Assassinato em Massa de Judeus
O campo de morticínio em Chełmno (Kulmhof em alemão) foi o primeiro dos cinco centros de extermínio a entrar em operação. Ele foi estabelecido pelas autoridades alemãs no Warthegau, Condado do Reich, uma região da Polônia ocupada pelos alemães. Os nazistas criaram Chełmno especificamente para assassinar os judeus do Condado do Reich que os nazistas consideravam incapazes para o trabalho. As autoridades alemãs operaram Chełmno em dois períodos. O primeiro período foi de dezembro de 1941 a abril de 1943; o segundo período foi de junho de 1944 a janeiro de 1945. Em Chełmno, os nazistas assassinaram pessoas em câmaras de gás feitas na parte de trás de grandes vans usando monóxido de carbono produzido pelos motores dos próprios veículos.
Os nazistas assassinaram pelo menos 156.300 pessoas no campo de morticínio de Chełmno. Pelo menos 152 mil dessas vítimas eram judias. A esmagadora maioria era judia polonesa do Condado do Reich, incluindo dezenas de milhares de Łódź. Aproximadamente 4.300 das vítimas eram Romas (depreciativamente referidos como "ciganos"). Um número indeterminado de poloneses étnicos, não- judeus, e prisioneiros de guerra soviéticos também foram assassinados em Chełmno.
Sabe-se que apenas sete homens judeus conseguiram escapar do campo de morticínio de Chełmno. Destes, apenas seis sobreviveram ao Holocausto.
Belzec, Sobibor e Treblinka: Os Campos de Morticínio da Operação Reinhard
Três campos de morticínio – Belzec, Sobibor e Treblinka – estavam localizados no Governo Geral. O Governo Geral era uma unidade administrativa da Polônia ocupada pelos alemães que incluía as cidades de Varsóvia, Cracóvia, Radom, Lublin e Lwów. A população judaica da área do Governo Geral era grande, e incluia a comunidade judaica de Varsóvia, que era a maior do mundo na época.
No outono de 1941, a Alemanha nazista começou a implementar a “Operação Reinhard”, o plano nazista de assassinar sistematicamente os judeus que viviam na região do Governo Geral. As SS e as autoridades policiais estabeleceram Belzec, Sobibor e Treblinka como parte da Operação Reinhard. Os nazistas deportaram judeus de todo o Governo Geral para estes campos de morticínio. Lá, eles os assassinavam em câmaras de gás usando monóxido de carbono produzido por motores a diesel estacionários. Os nazistas também deportaram israelitas de outras partes da Europa para estes campos de morticínio.
Nos campos de morticínio da Operação Reinhard, quase todos os prisioneiros eram assassinados imediatamente após sua chegada. Um número muito pequeno era mantido vivo e forçado a trabalhar como escravos nos campos de morte. Menos de duzentos sobreviveram aos campos da Operação Reinhard.
Campo de Morticínio de Belzec
As autoridades alemãs nazistas começaram a construir Belzec em 1º de novembro de 1941. Ele estava localizado em uma área rural a cerca de 72 km a noroeste de Lwów e pouco mais de 241 km a leste de Cracóvia. De março a dezembro de 1942, os nazistas assassinaram sistematicamente os judeus em Belzec utilizando gás monóxido de carbono. Aproximadamente 435.000 israelitas foram assassinados em Belzec; entre eles estavam judeus de guetos nas cidades polonesas de Cracóvia, Lwów e Lublin. Em Belzec, os nazistas também assassinaram israelitas da Europa Central que haviam sido deportados para guetos na área do Governo Geral. Um número desconhecido de poloneses étnicos não-judeus e ciganos lá também foram assassinados. Os nazistas desmantelaram Belzec em junho de 1943 e tentaram encobrir as evidências de seus crimes.
Sabe-se que apenas três homens sobreviveram ao campo de morticínio de Belzec e ao Holocausto.
Campo de Morticínio de Sobibor
Os nazistas operaram o campo de morticínio de Sobibor de abril de 1942 até meados de outubro de 1943. Ele estava localizado em uma área rural a aproximadamente 74 km a oeste da cidade de Lublin. Em Sobibor, os nazistas assassinaram pelo menos 167.000 judeus. Entre os assassinados, havia israelitas do distrito de Lublin, nos arredores; também havia vítimas judias deportadas dos Países Baixos, da Áustria e da França que foram assassinadas em Sobibor.
Em outubro de 1943, os prisioneiros judeus em Sobibor iniciaram uma revolta, durante a qual dezenas de pessoas conseguiram escapar e, assim, sobreviver ao Holocausto. Os nazistas desmantelaram Sobibor após a revolta. Eles tentaram destruir evidências de seus crimes modificando o local.
Campo de Morticínio de Treblinka
De julho de 1942 a setembro de 1943, os nazistas assassinaram aproximadamente 925.000 judeus no campo de morticínio de Treblinka. A maioria foi morta nas câmaras de gás através do uso do gás monóxido de carbono. O campo de morticínio de Treblinka (oficialmente designado como Treblinka II) não estava localizado perto de uma grande cidade, ficando em uma área rural aproximadamente a meio caminho entre as cidades de Varsóvia e Białystok. Quase um terço dos assassinados em Treblinka eram judeus do gueto de Varsóvia, a maioria dos quais foi enviada para Treblinka durante a Grande Ação [a operação nazista sistemática de deportação e assassinato em massa de israelitas do Gueto de Varsóvia] no verão de 1942. Entre os mortos em Treblinka estavam judeus deportados da Trácia, então ocupada pela Bulgária e do gueto de Theresienstadt.
Os prisioneiros israelitas em Treblinka se revoltaram em 2 de agosto de 1943. Dezenas de judeus conseguiram fugir e sobreviver ao Holocausto. No outono de 1943, as autoridades alemãs desmantelaram o campo de morticínio de Treblinka e tentaram refazer o local para não mostrar evidências de seus crimes.
Outros Campos Associados à Operação Reinhard
Havia também outros campos que os nazistas usavam como parte da Operação Reinhard.
Mais notavelmente, o campo de concentração de Lublin (conhecido como “Majdanek”) serviu como lugar para concentrar os judeus que foram temporariamente poupados dos centros de morticínio para realizarem trabalho escravo. As autoridades alemãs muitas vezes enviavam israelitas já escolhidos para trabalhar para Majdanek. Ocasionalmente, os transportes de judeus passavam por um processo de seleção neste campo. Nestes casos, as autoridades alemãs assassinaram os israelitas considerados impróprios para o trabalho escravo, seja por fuzilamento ou nas câmaras de gás do campo. O campo de Majdanek também incluía um depósito de bens saqueados das vítimas. Lá, os nazistas mantinham propriedades e objetos de valor retirados dos judeus e judias nos três centros de extermínio da Operação Reinhard.
Outro campo associado à Operação Reinhard foi Trawniki. Os alemães usaram o campo de Trawniki para vários fins, incluindo para o treinamento de auxiliares da polícia para servir como guardas em Belzec, Sobibor e Treblinka.
Campo de Morticínio de Auschwitz-Birkenau
Os nazistas estabeleceram o campo de morticínio de Auschwitz-Birkenau na primavera de 1942. Ele fazia parte do maior complexo de campos de concentração de Auschwitz. Auschwitz-Birkenau estava localizada perto da cidade de Oświęcim, na Polônia, então ocupada pelos alemães. O complexo do campo de Auschwitz funcionava tanto como um campo de concentração para prisioneiros registrados quanto como um campo de morticínio.
Auschwitz-Birkenau funcionou como campo de morticínio de março de 1942 até outubro/novembro de 1944. Os oficiais das SS normalmente realizavam um processo de seleção em Auschwitz. Eles separaram os judeus dos transportes de entrada em dois grupos: um grupo menor de prisioneiros que seriam explorados para o trabalho escravo e um grupo muito maior de prisioneiros que seriam mortos imediatamente em câmaras de gás. Em Auschwitz, os nazistas assassinaram israelitas usando cianeto de hidrogênio liberado a partir de pastilhas de Zyklon B. Os prisioneiros escolhidos para a escravidão trabalhavam no campo de Auschwitz, nos subcampos de Auschwitz e em outros campos nazistas. Um pequeno número de prisioneiros escolhidos para trabalho escravo foi designado para unidades denominadas Sonderkommandos. Entre outras tarefas, os prisioneiros judeus do Sonderkommando eram forçados a queimar os corpos dos seus irmãos israelitas assassinados em covas ou crematórios. Um grupo de prisioneiros judeus do Sonderkommando iniciou uma revolta em outubro de 1944, conseguindo destruir um dos crematórios.
Aproximadamente um milhão de judeus foram assassinados no complexo do campo de Auschwitz. A esmagadora maioria foi assassinada nas câmaras de gás. Entre as vítimas estavam israelitas de partes próximas da Polônia ocupada pela Alemanha e dos Países Baixos, da Bélgica, França, Grécia, Itália, Hungria, Noruega, Eslováquia, Alemanha, Áustria, Croácia e terras tchecas. Os nazistas também assassinaram cerca de 70.000 poloneses étnicos, não-judeus; cerca de 21.000 ciganos Roma; cerca de 15.000 prisioneiros de guerra soviéticos; e cerca de 12.000 outras pessoas no complexo do campo de Auschwitz.
Para tentar esconder as evidências do assassinato em massa, os nazistas destruíram as câmaras de gás restantes em Auschwitz-Birkenau entre novembro de 1944 e janeiro de 1945. As forças soviéticas quando ali chegaram, em 27 de janeiro de 1945, e só conseguiram libertar o pequeno número de prisioneiros que havia sobrevivido
Dezenas de milhares de judeus sobreviveram à deportação para Auschwitz-Birkenau porque haviam sido selecionados para realizar trabalho escravo. A maioria dos sobreviventes eram pessoas que haviam sido deportadas para Auschwitz em 1944.
Quantos Judeus os Nazistas Assassinaram em Campos de Extermínio (também chamados de "campos de morticínio" ou "campos de extermínio")?
No total, os nazistas e seus asseclas assassinaram seis milhões de homens, mulheres e crianças judeus durante o período do Holocausto. Nos cinco centros de morticínio, os nazistas assassinaram aproximadamente 2,7 milhões de israelitas, ou seja, quase metade de todas as vítimas do Holocausto.
Tabela 1. Número de vítimas judias assassinadas pelos nazistas nos centros de extermínio
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Centro de Extermínio |
Número de Vítimas Judias |
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Chełmno (Kulmhof) |
pelo menos 152.000 |
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Belzec |
aproximadamente 435.000 |
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Sobibor |
pelo menos 167.000 |
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Treblinka II |
aproximadamente 925.000 |
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Complexo de Auschwitz (incluindo aqueles que foram mortos em operações de asfixia por gás logo ao chegarem ao campo de morticínio de Auschwitz-Birkenau e aqueles que foram mortos no complexo do campo através de outros meios). |
aproximadamente 1.000.000 |